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4 DICAS PARA MEIS DO SETOR DE ALIMENTAÇÃO

Inaugurado no final de 2017, no Jardim Romano, na Zona Leste de São Paulo, o Mexicano da Rua 7 oferece porções de comida mexicana e cervejas artesanais para moradores de uma região localizada a 40 quilômetros do centro da cidade.

Por trás da operação, está Alexandre dos Santos Lima, 38 anos. Ao trazer uma nova proposta de alimentação para moradores da periferia paulistana, o microempreendedor criou um negócio que vende até 50 refeições por noite.

Alexandre é um dos destaques da reportagem de capa da edição de outubro de PEGN. A edição está disponível a partir desta quarta-feira (10/10).

Abaixo, confira algumas de suas principais estratégias para criar pequenos negócios no setor de alimentação.

ORGANIZE O SEU TEMPO
“Ao trocar a vida de funcionário pela de microempreendedor, você provavelmente vai trabalhar mais de 12 horas por dia. Aproveitar a flexibilidade da rotina é uma boa maneira de aliviar a carga horária do jornada profissional. É possível, por exemplo, reservar alguns momentos para trabalhar em casa e economizar horas de transporte”

ENCONTRE UM DIFERENCIAL
“Encontrar um diferencial é essencial para aumentar as chances de conquistar clientes. No meu caso, esse diferencial foi trazer a comida mexicana para a periferia de São Paulo e oferecer opções de cervejas artesanais. Apresentar alternativas de produtos e serviços que não estão ao alcance do seu público é uma maneira eficiente de se destacar na região em que você atua”

NÃO PERCA O FOCO
“Adaptações são necessárias, mas mantenha o foco na ideia original e tenha perseverança no seu plano de negócios. Algumas ideias demoram um tempo para ganhar aderência entre o público. Demorei quase dois meses para vender a primeira cerveja artesanal. Mas depois que os clientes entenderam a proposta, a nossa carta de bebidas se revelou com um dos principais atrativos da operação. Conseguimos trazer uma nova cultura para o bairro. Hoje conseguimos vender rótulos de até R$ 30”

SEPARE AS CONTAS
“Controle financeiro é fundamental. Por mais que a sua ideia seja sensacional, ela irá por água abaixo se você não adotar ferramentas de controle financeiro. Não pague nem um chiclete no cartão da empresa. Anote todas entradas e saídas com rigor e tenha bem definido os valores de pró-labore, marketing e reservas para emergência”

Fonte: PEGN

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eSocial já engloba 1 milhão de empresas

Em processo de implantação desde o início do ano, a adesão ao eSocial já conta com o registro de um milhão de empregadores do país. Esse número foi atingido nesta terça-feira. 21/08, segundo informou a Receita Federal.

A ferramenta unifica as informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas dos empreendedores em um banco de dados administrado pelo governo federal, integrando dados do Ministério do Trabalho, da Caixa Econômica, da Secretaria de Previdência e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), além da própria Receita.

Quando for totalmente implementado, o eSocial reunirá, em um mesmo sistema, informações de mais de 4 milhões de empresas e entidades públicas e privadas, que empregam 44 milhões de trabalhadores do país.

A plataforma substituirá até 15 informações prestadas ao governo – como Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia e de Informações à Previdência Social, Relação Anual de Informações Sociais, Cadastro Geral de Empregados e Desempregados e Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte – por apenas uma.

GRANDES EMPRESAS

A implantação do programa está sendo realizada em cinco fases. Na primeira, que começou no dia 8 de janeiro, o eSocial passou a entrar em operação para as grandes empresas – que possuem faturamento anual superior a R$ 78 milhões – e que formam, no âmbito do programa, as chamadas empresas do primeiro grupo.

Até agora, cerca de 97% delas já integram a base de dados do eSocial, segundo a atualização mais recente.

De acordo com a Receita, a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais Previdenciários e de Outras Entidades e Fundos está disponível, desde 8 de maio, para testes aos interessados do grupo das grandes empresas, em ambiente de produção restrita.

A partir de 27 de agosto a nova declaração, que substitui a Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social, como instrumento de confissão de débitos previdenciários e de terceiros, entra em produção para as primeiras 13.115 empresas, conforme disposto no art. 13 da Instrução Normativa RFB nº 1.787, de 7 de fevereiro de 2018.

“Os testes realizados nesse período permitiram que as empresas fossem se adaptando ao novo programa. Vale ressaltar que o eSocial não cria novas obrigações, mas visa simplificar e racionalizar o cumprimento das obrigações já previstas na legislação trabalhista, previdenciária e tributária. O sistema permite o aumento do controle e da qualidade das informações prestadas a essas instituições, beneficiando inclusive os  trabalhadores,  na medida em que garante  maior efetividade na concessão de direitos assegurados, tais como benefícios previdenciários, FGTS, seguro desemprego e abono salarial”, informou a Receita, em nota.

EMPRESAS DE MÉDIO PORTE

O prazo para ingresso das empresas de porte médio, aquelas com faturamento entre R$ 4,8 milhões e R$ 78 milhões, começou no último dia 16 de julho.

Até o dia 31 de agosto, os empreendedores desse grupo deverão enviar ao eSocial apenas informações de cadastro e tabelas das empresas.

Apenas a partir de setembro é que os empregadores de porte médio deverão incluir na plataforma informações relativas a seus trabalhadores e seus vínculos com as empresas, como admissões, afastamentos e demissões.

De novembro até o fim de 2018, deverão ser incluídos dados referentes às remunerações dos trabalhadores e realizado o fechamento das folhas de pagamento no ambiente nacional.

PEQUENAS E MEI

Em relação às micro e pequenas empresas – com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões – e aos Microempreendedores Individuais (MEIs), a obrigação de aderir ao eSocial só terá início a partir de novembro, mas a ferramenta já está disponível para esse grupo.

No caso do MEI, a obrigação só vale para os que possuem empregados registrados, que hoje totalizam um público de aproximadamente 155 mil empregadores, segundo o governo.

Os empregadores pessoas físicas, contribuintes individuais – como produtor rural e segurados especiais – somente deverão utilizar o eSocial a partir de janeiro de 2019.

PLATAFORMA SIMPLIFICADA

Nos portais do eSocial, os empregadores podem inserir diretamente as informações, sem necessidade de sistemas para integração.

Os MEI não precisarão de certificado digital (assinatura digital válida legalmente), apenas de um código de acesso, semelhante ao eSocial do Empregador Doméstico. A plataforma simplificada permitirá ao microempreendedor realizar cálculos automáticos, como rescisões e férias.

Segundo a Receita, a maioria dos MEI – que não possuem empregados e por isso não estarão submetidos ao eSocial – continuará prestando contas ao governo por meio do Simei, o sistema de pagamento de tributos unificados em valores fixos mensais voltados para aos microempreendedores individuais.

O Simei lhes garante a isenção de impostos federais como o Imposto sobre Produtos Industrializados. Para esse público, nada muda.

 

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Aprovado uso de painel eletrônico em lojas

A Comissão de Proteção à Paisagem Urbana (CPPU), vinculada à Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento, aprovou nesta terça-feira (11/09), uma regulação para a instalação de painéis eletrônicos dentro de lojas de São Paulo.

Pouco comuns durante a criação da Lei Cidade Limpa, em 2006, os painéis de LED internos, dispostos detrás de vidros, se popularizam especialmente no centro expandido da cidade.

A norma determina que os painéis tenham até 1,5 metro quadrado quando dispostos entre um e dois metros de distância da calçada (distância inferior é proibida), quando voltados para a rua.

O tamanho poderá aumentar em um metro quadrado a cada metro de distância somado. O anúncio não pode ter luz que cause “desconforto visual”.

O texto ainda ressalta que os dispositivos podem fazer publicidade apenas sobre bens, marcas e serviços relativos às atividade do estabelecimento, isto é, uma loja de roupas não pode ter um anúncio de cerveja.

A resolução passará a ter validade assim que for publicada no Diário Oficial da Cidade de São Paulo. Infrações à norma estão passíveis de multa de R$ 10 mil.

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País volta a registrar aumento no número de lojas

O saldo entre aberturas e fechamentos de estabelecimentos comerciais com vínculo empregatício voltou a crescer entre janeiro e junho deste ano, com um incremento de 2.252 pontos de venda.

A informação foi divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que prevê a abertura de 5,2 mil novas lojas até o final de 2018.

O pequeno número de lojas abertas no primeiro semestre do ano, na avaliação da entidade, se deve a incertezas do cenário político, que a instituição considera “um dos principais inibidores de investimentos”.

Para a confederação, mesmo no segundo semestre consecutivo de aumento e com o maior saldo semestral desde a segunda metade de 2013, quando foram abertas 16,7 mil lojas, “o tímido avanço expôs a perda de fôlego da economia e as incertezas quanto à materialização de investimentos por parte do setor”.

A previsão inicial da entidade era de que o setor abrisse este ano 20,7 mil pontos de venda no varejo do país, mas a previsão foi reduzida devido ao atual cenário de lenta recuperação econômica e de cautela nos investimentos.

Para a CNC, as paralisações do terceiro bimestre, a desvalorização do real, as pressões de custos impostas pelo ritmo mais acelerado de preços também contribuíram para o fraco desempenho do mercado de trabalho.

“Apesar do saldo positivo de lojas ao longo dos últimos seis meses, o ritmo de expansão do número de pontos de venda pode ser considerado tão frustrante quanto a percepção de desaceleração no ritmo de atividade econômica”, disse Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da Confederação.

Do total de 2.252 estabelecimentos abertos de janeiro a junho, os principais destaques são os segmentos de hiper e supermercados, que abriram 1.378 novas unidades, seguidos por lojas de artigos de uso pessoal e doméstico, com mais 841 e pelo ramo de vestuário, com mais 782.

A abertura de lojas ocorreu em 6 dos 10 segmentos do varejo. Por outro lado, estabelecimentos especializados em venda de materiais de construção foram os que mais fecharam as portas no semestre (-915).

A CNC também reduziu as projeções do percentual de crescimento do volume de vendas do setor de 4,7% para 4,5%.

REGIÕES

Regionalmente, os novos pontos de venda foram abertos em 11 das 27 unidades federativas, com destaque para os estados de São Paulo, com mais 2.468 estabelecimentos, Santa Catarina, com mais 852 e Minas Gerais, com mais 340.

O Rio de Janeiro, que vem enfrentando uma das maiores crises financeiras do estado, o número fechou o semestre negativo, com o fechamento de 1.038 estabelecimentos, o equivalente a 45% dos fechamentos entre os que registraram saldos negativos.

CRISE

A crise no varejo brasileiro teve início em 2014, quando as vendas encolheram 1,7%, o primeiro resultado negativo em onze anos, na comparação com o ano imediatamente anterior, de acordo com dados da Pesquisa Mensal de Comércio, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nos dois anos seguintes, o quadro se agravou, com o comércio apurando perdas reais de faturamento de 8,6% e 8,7% em 2015 e 2016, respectivamente, o que levou o setor a acumular retração de 20% nos volumes de venda nestes três anos.

O saldo entre aberturas e fechamentos de estabelecimentos acompanhou, com alguma defasagem, a retração nas vendas, especialmente nos anos de 2015 e 2016 e no primeiro semestre do ano passado, quando o setor acumulou a perda de 226,7 mil pontos de venda em todo o país.

 

IMAGEM: Thinkstock

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